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O estado do Ceará é um dos principais fomentadores nacionais da carcinicultura, que consiste na técnica de criação de camarões em viveiros. A Bomar Pescados, empresa cearense que tem uma produção média de 2 mil toneladas de camarão marinho por ano, detalha como funciona o processo desde a produção das larvas até o momento em que os pescados são comercializados em grandes centros de venda.

Bomar Pescados. Foto: Divulgação

Criatório

O processo de criação do camarão da Bomar começa com o cultivo das larvas nos viveiros, que se alimentam de rações especiais ricas em nutrientes e que contam com um manejo constante dos criadores. Após o processo de criação, onde o pescado atinge diferentes gramaturas para a comercialização, os camarões são despescados com o uso de rede do tipo “bagnet”, acoplada na comporta de drenagem dos viveiros, quando acontece um esvaziamento parcial de água do viveiro.

Transporte e comercialização

Os camarões, após despescados, são separados em caixas plásticas para, em seguida, sofrerem um procedimento através de um choque térmico em água e gelo. Em seguida, os camarões são alocados em caixas plásticas com gelo, que seguem para o transporte em caminhões isotérmicos e, então, levados até à indústria de processamento.

Ao chegar na planta de beneficiamento no frigorífico da fábrica, onde a matéria-prima é desembarcada e pesada, amostras são retiradas para avaliação sensorial e de temperatura, bem como para pesquisas de metais pesados, pesticidas, drogas veterinárias e bactérias patogênicas. Após esses procedimentos, os camarões são submetidos a uma lavagem com água gelada e clorada. Finalizado esse procedimento, os produtos são classificados, embalados e distribuídos em caminhões isotérmicos para os parceiros.

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